
O Acre contabilizou duas mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) na primeira semana de 2026, segundo dados de monitoramento epidemiológico. Um dos óbitos foi confirmado para Influenza A (H3N2) e o outro segue sem identificação do agente causador.
O cenário é considerado preocupante. De acordo com o Boletim InfoGripe, da Fiocruz, o estado está classificado em nível de risco ou alto risco devido ao crescimento contínuo de casos de SRAG e de hospitalizações por vírus respiratórios.
Além da Influenza A, outros agentes seguem em circulação no Acre, entre eles o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), a Covid-19, além de rinovírus e adenovírus, o que amplia a pressão sobre os serviços de saúde, especialmente no atendimento de crianças e idosos.
Pesquisadores da Fiocruz destacam que o avanço recente das internações tem sido puxado principalmente pela Influenza A, com impacto em diferentes faixas etárias.
A fundação mantém o alerta para a importância da vacinação contra a gripe e da adoção de medidas de prevenção, como etiqueta respiratória e busca por atendimento médico diante de sintomas mais graves.
A SRAG reúne quadros respiratórios severos que podem levar à internação e até à morte, principalmente entre grupos mais vulneráveis, como idosos, crianças pequenas e pessoas com comorbidades.
A Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) caracteriza-se por dificuldade respiratória severa, tosse intensa, febre persistente e sensação de peso no peito. Outros sinais incluem falta de ar, arroxeamento dos lábios e extremidades (cianose), perda de apetite e queda da oxigenação. O atendimento médico imediato é essencial para casos de SRAG.
Sintomas Principais de SRAG:
Falta de ar ou dispneia: Dificuldade respiratória severa.
Tosse: Geralmente intensa.
Febre: Persistente.
Desconforto respiratório: Sensação de peso no peito.
Cianose: Lábios ou extremidades arroxeados.
Sintomas adicionais: Perda de apetite e cansaço extremo.
Em casos graves, pode ocorrer insuficiência respiratória aguda, exigindo suporte hospitalar imediato.